O infarto ou ataque cardíaco é uma das emergências médicas mais conhecidas, mas nem por isso podemos achar que já sabemos como ele acontece.

Para mostrarmos como é um assunto que precisa da nossa atenção: de acordo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 17,5 milhões de pessoas morrem por ano no mundo em decorrência de doenças do coração.

Aqui no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), até o final de 2018 morreram aproximadamente 400 mil brasileiros.

As doenças do coração, por consequência o infarto, infelizmente, são extremamente comuns.

Visitas recorrentes ao médico cardiologista e a realização de exames são fundamentais. Existem outras dicas para evitar e identificar o infarto. Ao longo desse post, vamos falar mais sobre esse assunto.

O que é infarto?

Como comentamos logo no início, o infarto também pode ser chamado de ataque cardíaco. Ele é a insuficiência de sangue oxigenado na área do coração, isso ocorre devido a obstrução de uma artéria coronária.

O infarto acontece em virtude do sangue não conseguir fluir na região. O músculo entra em um processo de necrose, o que, infelizmente, pode levar o paciente à morte.

A obstrução da artéria coronária acontece devido a um coágulo de sangue que surge acima da placa de gordura que reveste a veia. Esse acontecimento gera a impossibilidade do sangue fluir, chamado de isquemia, e ocasiona, consecutivamente, a morte celular.

O infarto pode ser chamado por outros nomes, como: infarto do miocárdio; infarto agudo do miocárdio; síndrome coronariana aguda; trombose coronária e oclusão coronária.

Infarto e parada cardíaca são a mesma coisa?

Como comentamos, o infarto é o baixo fluxo de sangue no coração, que é causado pela obstrução de uma das veias do coração.

Já a parada cardíaca acontece quando o coração para de bater e de distribuir sangue para o resto do corpo.

Ainda que um infarto possa causar uma parada cardíaca, os dois acontecimentos são diferentes.

Sintomas do infarto

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De modo geral, as pessoas relacionam o infarto a uma dor forte no peito. Ainda que esse sintoma seja o mais comum, ele não é único.

No infarto a dor pode ser típica ou atípica. Quando a dor é típica, ela tem características como ser sentida no meio do peito, em aperto, espalhando para o braço esquerdo, acompanhada de sudorese, náusea e palidez cutânea.

Já quando a dor é atípica, pode ser mais difícil de caracterizar. De modo geral, dizemos que a dor atípica do infarto pode se alojar em qualquer local entre o lábio inferior e a cicatriz umbilical.

Nas mulheres, as características são muito menos típicas, com queixas de queimação ou agulhadas no peito ou ainda falta de ar sem dor.

Qualquer dor nessas regiões que se mantenha por mais de 20 minutos precisa ser investigada e considerada doença grave, especialmente se associada aos seguintes sintomas:

  • Vômitos

  • Suor frio

  • Fraqueza Intensa

  • Palpitações

  • Falta de ar

  • Sensação de ansiedade

  • Fadiga

  • Sonolência

  • Desmaio, tontura ou vertigem.

Os infartos do sintomas não são comuns a todos as pessoas que sofrem dele.

Muitos infartos não são graves, podendo não apresentar sintomas ou sinais pouco específicos, como dor no queixo.

O infarto pode acontecer em qualquer momento, como no trabalho, realizando exercícios ou até mesmo descansando. Por vezes, ele é súbito, em outras, leva horas para a pessoa perceber que está com algum problema. Já, em alguns casos, pode levar até dias, para que o paciente note uma dor mais forte ou alteração.

Porém, precisamos ficar atentos, pois o que geralmente acontece é que algum sintoma leves são ignorados até que o quadro piore.

Sinais que o corpo pode apresentar semanas antes de um infarto

Como comentamos no tópico anterior, por vezes sintomas de infarto são ignorados. Porém, de acordo com especialistas, os sintomas precoces aparecem em cerca de 50% dos casos, mas costumam ser ignorados.

Dor na região torácica: o primeiro sintoma pode surgir com a dor na região do tórax e peito, podendo irradiar de formas diferentes, pelos ombros, costas, braços, pescoço e até mandíbula. Essa dor surge de forma súbita, enquanto a pessoa realiza suas atividades normais ou até dormindo.

Falta de ar: a sensação de aperto no peito pode interferir nos pulmões, causando a dificuldade de respirar.

Fraqueza: a fraqueza pode passar despercebida, mas é preciso atenção, pois pode representar algo mais grave.

Náusea, indigestão, azia ou dor abdominal: por causa desses sintomas, muitas vezes, o problema é confundido com algo relacionado ao sistema digestivo.

Tontura: algumas semanas antes de um infarto, é possível que o paciente sinta tonturas. É importante nesses casos evitar dirigir, pois arritmias e desmaios podem colocar em risco o motorista e as demais pessoas.

Como vimos, os sintomas do infarto podem ser silenciosos e nos pegar de surpresa. Por isso, é muito importante termos hábitos saudáveis, como a prática de esportes, alimentação balanceada e principalmente, ir ao médico, pelo menos, uma vez por ano, fazer exames de rotina.

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